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A Arrogância do Religioso e a Humildade do Pecador

 
Por Antognoni Misael
Os que se consideram “justos” olham o pecador de cima pra baixo; eles
fazem questão de publicar as suas virtudes, méritos e conquistas; eles
são obcecados em afirmar as suas diferenças para com os pecadores a fim
de sugerir que eles, por serem “justos”, são os melhores.










Analisem Jesus, vejam que Ele ensinava como quem tem autoridade, e não
como os mestres da Lei – da boca pra fora. Se havia naquela época uma
“capa religiosa” que só de olhar já se media o nível de espiritualidade
do fiel, não tenho a menor dúvida de que Jesus não a usou.







Ao ler os Evangelhos, perceba que a autoridade dEle era recheada de
legitimidade e adornada pela humildade, aquela mais completa possível
… a do Verbo que se fez gente da gente, simples, comum e que sabia
lidar com as intenções do homem. Observe como Ele andou, por onde andou,
com quem andou, como tratou gente simples, e como Ele lidou com os
“doutores da lei”.







Amigo leitor, você há de concordar comigo: Jesus não usou sua autoridade
pra “colocar Anel no dedo”, um “paletó intimidador”, nem ao menos se
apressou em procurar uma expressão de tratamento especial antes do seu
próprio nome
, tipo: Apóstolo, Bispo, Evangelista ou Pastor (não que isso
seja errado, a saber, que há uma funcionalidade para a igreja sim!).







Aonde quero chegar é que o verdadeiro discípulo de Jesus não se
considera um “justo” e sim justificado (pela fé que é dádiva de Deus),
ele olha para o seu semelhante olho no olho, nem por cima, nem por
baixo. Ele na verdade sabe que tornou a ser o que hoje é, por pura Graça
de Deus
.







Por que fui tão sucinto e direto nessa questão? Simples, porque a
grande parte dos cristãos (das mais variadas vertentes religiosas)
infelizmente, por estarem sendo mal nutridos teologicamente, parece
desconhecer absolutamente a doutrina da Depravação total e da Redenção
em Cristo por pura Graça
. Eles se acham justos aos olhos de Deus e o
pior, acham que sustentam a  salvação através de suas obras e conduta –
estas não são elementos de conquistas espirituais, e sim consequências
naturais do justificado .







Por isso amiguinho, não queira ser “o diferente”, queira ser relevante! O mundo já tá cheio de diferença. 






DICA #1: Esqueça a capa religiosa, desça do salto e faça como o Cristo que saiu do seu lugar de glória!






DICA #2: Pare de construir o seu telhado de justiça… porque um dia a casa cai.






DICA #3 Anseie que os homens vejam Cristo em você, e não um “justo”religioso, vaidoso e legalista.







Por fim, há dois tipos de pecadores: os “pecadores que sabem que são pecadores”, e “pecadores que pensam que são justos”.







Eu sou o primeiro, e você?







Sola Gratia.
Fonte: Púlpito Cristão  (grifos do Opinião Crítica)

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